terça-feira, 30 de abril de 2019

O que será o amanhã?

ALERTA DE SPOILER!


Amanhã deixaremos Varsóvia e nosso hotel. Viajamos para o leste, até Lublin, onde vamos conhecer a cidade, a Yeshivá (Academia Rabínica) de Chachmei Lublin e o campo de concentração e extermínio de Majdanek. Depois seguiremos viagem para o sul até a bela cidade de Cracóvia, onde pernoitaremos.

Em resumo, amanhã teremos mais um dia longo e cansativo. Não deixe de nos acompanhar.


Nosso dia em Vídeo

Compartilho com vocês um curto dia sobre nosso dia de hoje.


Reflexões sobre o Gueto de Lodz

Hoje estivemos na cidade de Lodz. A cidade já reuniu quase 250 mil judeus. Imagine o que é isso! Nós, em Porto Alegre, vivemos em uma cidade onde há apenas 10 mil judeus. E a grande maioria destes só chegou após o século XX, portanto, há apenas 100 anos. Aqui há centenas de milhares de judeus, parte de uma comunidade plurissecular. Se, em Porto Alegre, há 3 cemitérios, clubes judaicos, colégio. Imagine o tamanho do cemitério de Lodz. Pense na riqueza cultural que havia aqui. Os judeus representavam mais de um terço da população local na cidade.

Lodz foi também a capital da indústria têxtil européia antes da guerra (era conhecida como a "Manchester polonesa"), graças a essa rica e desenvolvida comunidade judaica. Essa comunidade, assim como a de Varsóvia, foi confinada a um pequeno Gueto que permaneceu ativo até 1944 quando foi praticamente exterminado, através do transporte de seus habitantes em trens para Auschwitz, Chelmno (onde estivemos hoje) e outros campos. 

O Gueto era  comandado pelo Judenrat (lê-se Yudenrat), um grupo de judeus designado pelos nazistas para fazer cumprir suas ordens. Parte da crueldade e da eficiência do sistema nazista consistia em transferir para a vítima participação no crime, deixando na mão do Judenrat o comando de ações no Gueto. O líder do Judenrat no Gueto de Lodz: Chayim Rumkovsky.

Como comentei antes, este foi o Gueto que perdurou por mais tempo durante a guerra. Muitos atribuem isso às difíceis decisões tomadas por Rumkovsky, uma pessoa de personalidade complexa, na tentativa de fazer com que o maior número de judeus sobrevivesse, privilegiando os mais saudáveis, que podiam trabalhar para os nazistas, mantendo assim a utilidade do gueto, o que conferia algum valor às suas vidas. Rumkovsky mandava imprimir dinheiro no Gueto, que ele mesmo assinava e se comportava como se fosse o rei ou presidente de um pequeno país. Por outro lado, trabalhou para - ao menos na sua visão - salvar o máximo possível de vidas.

O Gueto passou por dilemas aos quais um ser humano jamais deveria ser exposto, como, por exemplo, o que fazer quando os nazistas pedem a deportação de 20 mil pessoas do Gueto? Quem deve ir? Quem deve decidir isso? Os que tem mais chance de sobreviver devem ser priorizados?

Rumkovsky decidiu ter um Gueto produtivo. Fez uma escolha difícil, entendeu que precisava cooperar com os nazistas para salvar vidas. Ontem, em Varsóvia, aprendemos sobre Adam Czerniakow, o líder do Judenrat de Varsóvia, que se recusou a fazê-lo e se suicidou. Como podemos julgá-los?

Rumkovsky organizou o gueto para ajudar o esforço de guerra alemão. Produziam uniformes e ferramentas para os nazistas. Achava que o trabalho libertaria. Sua filosofia era: sobreviver mais um dia, fazer o gueto durar mais um dia - talvez a guerra acabe amanhã. De fato, o Gueto de Lodz foi o que mais durou, sendo fechado apenas em 1944. Privilegiava os que podiam trabalhar em detrimento dos "não produtivos" (idosos, doentes e crianças). Se a guerra terminasse seis meses antes, mais de 100 mil judeus teriam se salvado graças a Rumkovsky e ele seria um grande herói - talvez um dos maiores heróis da guerra. Infelizmente, isso não aconteceu e Rumkovsky é quase sempre lembrado como um tirano sem coração, além de ter encontrado o mesmo destino da maioria dos habitantes do Gueto: foi enviado a Auschwitz.

Divido com vocês o depoimento de Israel Tabaksblat (sobrevivente de Lodz) sobre como começou o Gueto e o discurso de Rumkosvky em um fatídico dia da guerra:

"Uma quarta-feira fria, dia 6 de Março de 1940. Fecharam a rua de Piotrakovska (onde viviam muitos judeus) por um destacamento de algumas centenas de pessoas uniformizadas.
Eram cinco da tarde e os judeus estavam proibidos de transitar nas ruas. Penetraram nos apartamentos com tiros e fizeram sair as pessoas às ruas. Deu-se a ordem: em cinco minutos todos devem deixar suas casas. Assim, grupos inteiros de pessoas foram transladados ao gueto. Esta mesma cena se repetiu no dia seguinte em outra ruas, de idêntica forma e de acordo ao mesmo plano. Apenas ao aproximar-se da noite detiveram a matança.... Os judeus da cidade, dezenas de milhares, foram transladados a Baluti (o bairro pobre da cidade)... uma caravana de pessoas carregando objetos sobre as costas e bebês em seus braços, enquanto as crianças maiores caminham ao seu lado, levando também eles fardos em suas mãos. Carregados com os restos de sua mísera equipagem são empurrados e golpeados pelo populacho que os acompanha a gritos e insultos."
                                                                                                             
             
                                                                                              Israel Tabaksblat


Agora, compartilho com vocês um trecho do discurso de Rumkowski, líder dos judeus de Lodz, sobre a deportação de crianças do Gueto, tradução livre deste que vos escreve (a íntegra, em inglês, pode ser lida aqui).

           "Hão desferido um forte golpe contra nosso Gueto. Exige-lhe que entregue o que tem de mais querido: as crianças e os anciãos. Pessoalmente, não tive o mérito de ter filhos e, portanto, consagrei meus melhores anos para as crianças. Estive vivendo e respirando junto com as crianças.
            Nunca havia imaginado que iriam obrigar-me a estender as mãos e pedir: 'Irmãos e irmãs, entreguem-se suas crianças! Pais e mães, deem-me seus filhos...!
          Durante o dia de ontem, notificaram-me a ordem de expulsar do Gueto mais de 20.000 judeus e, caso não o fizera - disseram os nazistas - 'faremo-nos nós mesmos!'. A pergunta exposta é: 'devemos realizá-la nós mesmos ou deixar que a realizem eles?'...
        Tenho que cumprir com esta difícil e sangrenta operação. Tenho que cortar membros para salvar o corpo. Tenho que evacuar as crianças e, caso não o realize - que D-s não me permita - outros também serão levados...
             Hoje não posso trazer-lhes nenhum consolo. Muito menos vim aqui acalmar, mas sim para revelar suas penas e dores. Vim como um ladrão, para arrancar o mais querido que tens nos vossos corações. Tentei de tudo o que podia e sabia para anular a sentença. Quando não consegui, tentei atenuar. Somente ontem ordenei o registro das crianças de até nove anos. Ao menos, queria salvar este grupo, as crianças entre nove e dez anos, mas não me deixaram. Apenas consegui salvar as crianças de dez anos completos. Que isto nos sirva de consolo diante desta profunda dor."

Nosso dia em Palavras

Como já falei antes, já estamos de volta à Varsóvia, instalados no nosso hotel. Conto agora um pouco sobre nosso dia, que começou em Lodz (os polacos pronunciam Wudj) e terminou em Chelmno. Ontem, visitamos o cemitério de Varsóvia onde aprendemos muito sobre a vida e a comunidade judaica da capital. Hoje, começamos a conhecer sua morte: pela primeira vez vimos um campo de extermínio e tivemos um contato mais próximo com o que aconteceu durante a Shoá.

Nosso primeira parada foi o cemitério de Lodz - o maior cemitério judaico da Europa - onde aprendemos um pouco mais sobre os costumes relacionados ao cemitério, à dignidade do corpo e à santidade da vida.

Na tradição judaica há uma grande preocupação com a pessoa - a alma e o corpo. Com cuidado muito especial, a Chevra Kadisha cuida individualmente de cada pessoa - rico ou pobre, sábio ou tolo - com humanidade e dignidade. É o oposto do esforço sádico dos nazistas para desumanizar, a preocupação é valorizar o ser humano ao máximo, mesmo depois de morto. 

Entrada do Cemitério

Entrada do Beit Tahará - Casa de Preparação dos corpos

Sala de Tahará

Aprendemos também no cemitério sobre a diversidade dos judeus de Lodz, em sua maioria trabalhadores, muitos judeus chassídicos  e uma família considerada das mais ricas da Polônia no auge da indústria têxtil em Lodz - os Poznansky.

Vimos seu imenso mausoléu, adornado no interior por dois milhões de ladrilhos de vidro, trazidos especialmente de Veneza. Um edifício imponente, incomum em cemitérios judaicos que costumam ter por regra que todos os túmulos (por recato) devem ter tamanhos parecidos.

Mausoléu de Poznanski

Cemitério de Lodz

Neste cemitério há um projeto que já dura anos, do exército de Israel, para identificar e preservar a memória dos milhares de judeus que morreram no gueto de Lodz e não receberam uma Matsevá. Soldados israelenses vem para cá todos os anos, aprendem a história do lugar e produzem placas para os assassinados aqui com a maior quantidade de dados que conseguem recolher - nome, data de nascimento, data de falecimento. Às vezes, conseguem apenas identificar um nome e, por vezes, nem isso. Todos os óbitos foram documentados pelos judeus que viveram no gueto, registraram as mortes e enterraram os corpos, mas não alcançaram o "luxo" de colocar uma matsevá (lápide) com seus nomes sobre o túmulo. Novamente, é o trabalho inverso do realizado pelos nazistas - trata-se de humanizar e "devolver o nome" a essas pessoas.





De lá, fomos para o Radegast, a praça de deportação de onde foram deportados centenas de milhares de judeus do Gueto de Lodz para campos de extermínio. Ouvimos da Jéssica (nossa guia) uma explicação sobre o funcionamento do Gueto e sobre a deportação dos judeus de Lodz para campos de extermínio.

Radegast

Radegast

Radegast


Há uma locomotiva da época. Atrás dela, vagões de gado com pequenas aberturas laterais, o suficiente para ventilar um pouco de ar, mas não para atenuar a sensação de clausura experimentada por quem entra.

Entramos no vagão. Nós somos apenas 28. E ficamos lá apenas por poucos minutos. Ainda assim, experimentamos o desconforto que o vagão proporciona. Nazistas forçavam nestes vagões, não raro, uma centena de pessoas. Sem pão e sem água. Sem banheiro, sem dignidade. Sem saber se viajariam por algumas horas ou por vários dias (e, às vezes, a viagem durava muitos dias). Não havia lugar para que todos se deitassem ao mesmo tempo.

Vagão


Nesses vagões, pais levavam seus filhos, por vezes, ainda bebês. Apinhavam-se nos cantos pessoas de todas as idades, confinadas como gado. Conviviam com os corpos dos que não resistiram, num apertado espaço fedorento, onde não havia banheiro ou privacidade. Idosos lutavam contra a fome, o frio ou o calor, alentados apenas pela esperança de que, talvez, quem sabe, aquele trem não os levaria para a morte, mas para algum campo de trabalhos ou outro destino - o que, com raras exceções, não acontecia.
Vagão


(Para quem quiser conhecer essa triste realidade e seus dilemas, sugiro assistir "O Último Trem para Auschwitz", que conta a história de 688 judeus deportados de Berlin e sua viagem no trem).

De dentro do vagão, pessoas escreviam mensagens e, nas paradas, procuravam desesperadamente passar os bilhetes a alguém - um trabalhador da ferrovia ou um transeunte - na esperança de que fizesse o bilhete chegar a um ente querido para avisar que estava vivo e que estava "tudo bem". E se fosse possível escrever um bilhete dentro de um terrível trem como esse, o que escreveríamos? Quais seriam nossos desejos, nossas últimas palavras a quem amamos? A quem endereçaríamos nossas últimas palavras? A quem pediríamos ajuda?

Passamos ao lado de um monumento. Visto de fora, o monumento se assemelha a um longo trem, no qual estão estampados os anos da guerra e que é puxado por uma locomotiva que se parece a uma chaminé de um forno crematório. Por dentro, é um comprido túnel em cujas paredes estão expostas as listas de nomes dos deportados para a morte. As listas são, por si só, um testemunho da crueldade e da eficiência da máquina de morte nazista. Catalogavam, pesquisavam e ordenavam o transporte e a morte de milhões. A humanidade já havia presenciado massacres, guerras e chacinas. Mas nunca antes na história se orquestrou com tamanha racionalidade e de forma tão sistemática o assassinato de milhões. E, vale repetir constantemente, é nosso dever assegurar que nada que se assemelhe jamais volte a acontecer.

Monumento (exterior)

Monumento (interior)

Monumento (interior) - Listas de Deportação

Monumento (interior)


O Gueto de Lodz foi um dos mais organizados, graças a uma controversa política do seu Judenrat, liderado pelo polêmico Chayim Rumkovsky. Ele era encarregado de fazer o gueto produzir - utilizando até mesmo o trabalho das crianças. Os "não produtivos" não recebiam para comer. Por este motivo, foi o gueto que mais tempo funcionou, justamente por ser produtivo, durante a guerra. Eles produziam principalmente uniformes para os nazistas e assim tiveram alguma sobrevida. Enquanto os guetos de Cracóvia e Varsóvia já haviam sido totalmente "liquidados" em 1943, o gueto de Lodz sobreviveu até outubro de 1944. Se a guerra tivesse terminado alguns meses mais cedo, milhares de judeus, talvez 150 mil, teriam se salvado da morte (mais tarde contarei mais sobre isso).

De lá, fomos para Chelmno, onde funcionou o primeiro Campo de Extermínio. Menos "sofisticado" do que Auschwitz, o campo utilizava caminhões para asfixiar e assassinar as vítimas com o monóxido de carbono do escapamento. Calcula-se que cerca de 200 mil pessoas tenham sido assassinadas em Chelmno.

Chelmno

Chelmno

Chelmno

Chlemno

Chelmno

Chelmno

Chelmno

Hoje há no campo um museu. O lugar é muito bonito e transmite uma tranquilidade assustadora, tratando-se de um lugar tão terrível. Esse é um dos aspectos mais angustiantes de visitar a Polônia para conhecer a história da Shoá (ainda falarei disso bastante): o país é lindo. As paisagens são agradáveis, serenas. Tudo parece estar em harmonia com a vida e com a primavera. A grama é verde, o sol é profundamente azul: NÃO DEVERIA SER! Toda essa beleza é perturbadora. É difícil entender que foi o palco de tantos crimes e tragédias inomináveis.

Ouvimos uma canção. Buscamos no muro do monumento nomes de vítimas, lembradas por amigos e parentes. Estivemos aqui. Também nós não deixaremos que seus nomes sejam esquecidos.

Jantados

Já são 22:00h aqui na Polônia, 17:00h aí na capital dos gaúchos.

Jantamos e fizemos uma atividade após o jantar. Agora todos já estão em seus quartos. Tenho algumas coisas ainda pra fazer, mas volto ainda hoje para atualizar este blog, contar um pouco mais sobre nosso dia (fiquei devendo), postar um vídeo sobre hoje e ainda falar um pouco sobre amanhã.

Mais tarde eu volto.





Chelmno

Compartilho com vocês algumas imagens de Chelmno, nossa segunda parada de hoje.

Agora são 19:35h aqui na Polônia, 14:35 aí no Brasil. Acabamos de chegar no hotel e vamos jantar. Mais tarde, bli neder, eu volto para contar mais sobre nosso dia.






Na Estrada

Acabamos de almoçar e já estamos de volta na estrada.

Agora são 14:30h aqui na Polônia, 9:30h aí no Brasil.

Parada para o almoço

Parada para o almoço

Lodz em Imagens

São 12:30h aqui na Polônia, 8:30h aí no Brasil.

Hoje pela manhã estivemos em Lodz (pronuncia-se Wudj). Agora estamos indo almoçar. Compartilho com vocês algumas imagens desta manhã. Mais tarde, quando o tempo permitir, volto para contar mais sobre o que vimos hoje.

Por enquanto deixo vocês com algumas fotos de hoje.

Até mais.











segunda-feira, 29 de abril de 2019

Dzień Dobry

Dzień dobry!

É como dizemos bom dia por aqui. Ou melhor, boker tov!

Já tomamos café e, daqui a pouco, embarcamos para Lodz (pronuncia-se Wudj).

Até mais.


Café da Manhã no Hotel

Café da Manhã no Hotel
  

O que será o Amanhã? (atenção: ALERTA DE SPOILER!)

Bom, este deve ser meu último post de hoje, no qual revelo alguns detalhes sobre o dia de amanhã.


ATENÇÃO: Se você não quer spoiler, pare de ler aqui. Se não se incomoda com as informações adiantas, siga por sua conta e risco.

Amanhã acordaremos cedo, como de costume. Vamos tomar café e deixar a capital polonesa e viajar na direção oeste até a cidade de Lodz (os poloneses pronunciam Wudj). Lá visitaremos o cemitério da cidade e o monumento conhecido como Radegast que presta homenagem às vítimas do Gueto de Lodz ao mesmo tempo que documenta a cruel e sistemática deportação dos judeus para a deportação e o extermínio em vagões de trens.



De lá, iremos para Chelmno, onde funcionou o primeiro campo de extermínio criado pelos nazistas ainda antes da ultilização do gás Zyklon B como forma eficiente de assassinar. 

Hoje, em Varsóvia visitamos um pouco da história da cidade através das memórias gravadas nas lápides de seu cemitério. Amanhã testemunharemos o limite da crueldade, da frieza e da capacidade de desumanizar o outro.

Amanhã teremos um longo dia pela frente. Não deixe de nos acompanhar nessa jornada.

Até amanhã!

Teste Seus Conhecimentos!

Teste seus conhecimentos sobre este primeiro dia da Marcha!

Infelizmente o quiz só funciona online em computadores ou notebooks, quem estiver acompanhando pelo celular precisa baixar o aplicativo para jogar.

Daqui a pouco farei a última postagem de hoje: sobre nosso dia de amanhã.

Boa sorte e até mais!


Nosso Primeiro Dia em Vídeo

Foi só um dia, mas vivemos bastante!

Acompanhe nosso primeiro dia na Polônia em 3 minutos.


Złote Tarasy

Já jantamos e ainda tivemos tempo de ir ao Złote Tarasy, um Shopping moderno, dono de uma arquitetura que contrasta com o clássico Palácio da Ciência e da Cultura que fica logo atrás. Ambos ficam em frente ao nosso hotel.
Jantando

Jantando

No Shopping

No Shopping

No Shopping


Passeamos um pouco e deu tempo de fazer algumas compras. Agora já estamos de volta ao hotel, onde teremos algum tempo para descansar e nos preparar para nossa jornada de amanhã.

Embarcados

Já estamos embarcados no último trecho. Nosso voo deve decolar às 12:45 e chegar em POA às 14:55h. Ou seja, em breve estaremos em casa. ...